Não sou eu!!!

Quarta-feira, Fevereiro 3rd, 2010

Depoimento chocante de um viciado em jogos online (sim-city, the sims, RF online, dentre outros):

O que fazer quando se está sem internet

Domingo, Dezembro 30th, 2007

Eu estava escrevendo sobre as determinações de final de ano quando me veio a mente uma idéia assombrosa: e se por um dia (ou uma noite) eu não tivesse a minha disposição o Wii ou o eeePC ou meu desktop. O que eu poderia fazer em uma hora dessas? Essa pergunta pode parecer ridícula para uma pessoa que não lida com tecnologia, mas para alguns, como eu, que trocaram a vida normal pela digital, é como se não houvesse nenhum meio de comunicação importante disponível.
Resolvi fazer – para lembrar a mim mesmo – uma lista de coisas que posso fazer quando não estiver diponível nenhum contato com o “mundo externo“, e acho que várias pessoas poderão compartilhar:

  1. Texas Hold´em: Que a variante mais divertida do jogo de pôquer que eu conheço. É o legítimo jogo comunitário, pois você recebe duas cartas e outras sete são depositadas sobre a mesa e todos os jogadores podem jogar com elas. Combina muito bem com Whisky ou um bom vinho do porto acompanhados de um bom charuto (Ana: não te preocupa, não vou acender em casa). Lembrando que para jogar isto você precisa de pelo menos mais 3 amigos para ficar interessante.
  2. Truco Gaudério: Essa variante do truco é a mais interessante que eu já vi, melhor ainda jogando-se em duplas ou em trios, pois a oordenação para se aprender os “códigos” das cartas é um desafio à parte, além disso os códigos devem ser passados para seus companheiros sem que os adversários percebam e, se eles perceberem, o código deve ser um engano para eles – e seus companheiros tem que saber disso. Posso ficar horas a fio jogando isso. Lembro dos bons tempos em que eu era professor de curso técnico e que eu ia para a escola apenas para jogar com os alunos.
  3. Imagem e Ação: Até hoje eu não sei jogar direito, mas o jogo é perfeito para aquela hora em que você tomou uns copos de vinho/tequila/whisky a mais e está vendo seus amigos em dobro. Imagine-se imitando a Dercy Gonçalves (em uma mímica) ou tendo que representar um camelô em um desenho. Garante tranquilamente a diversão durante umas 3 horas, depois acho que se torna um pouco cansativo.
  4. WAR: Ninguém tem coragem de discutir sobre ele. Ele é o soberano dos soberanos de jogos de tabuleiro. É o jogo perfeito para se jogar quando não se está bêbado, pois requer um nível de concentração e abstração fora do comum. Para falar a verdade em mais de 15 anos em que eu jogo isso, não me recordo nenhuma vez em que eu tenha ganho um jogo. Eu curto cada minuto da primeira partida. O problema é quando querem ir para a segunda, a terceira, etc… Aí acaba se tornando mais uma tortura do que um passatempo. jogar isso demais pode causar dor de cabeça, tontura e dor nos olhos. Não digam que eu não avisei.
  5. Discovery Channel: Eu não sei se sou o único viciado nosso, mas literalmente é a única coisa que é capaz de me fazer esquecer o computador ou o Wii. 99.5% dos documentários são fantásticos, e todos eles são descritos com uma clareza de detalhes que prende a atençao de uma forma em que é impossível fazer outra coisa. Esta hipnose só é quebrada para ir ao banheiro ou tomar alguma coisa quando se está quase desidratando. Meus programas favoritos são: A era do video-game (documentário), Trabalho Sujo, Pesca Mortal e Mythbusters.
  6. Contar dinheiro em cofrinho (menção honrosa): não sei qual o misterioso prazer por trás desta atividade, mas não tem nada igual a ficar juntando aquelas míseras moedinhas de um, cinco e dez centavos e depois de alguns meses retirá-las do cofre para ver quanto a grande “economia sem esforço” rendeu. Eu já consegui juntar R$ 60,00 em moedinhas, e você, quanto já conseguiu?

Acho que estas 6 atividades cobrem quase todos os modos de isolamentos possíveis: Internet, Energia, Pessoas, e Vídeo-game.


O que jogar no celular

Quarta-feira, Dezembro 26th, 2007

Nunca fui muito de ficar bincando nesses joguinhos de celular: a tela é pequena, o teclado é terrível e a velocidade, na maioria das vezes, é inaceitável. Sem contar que a qualidade dos jogos – com raríssimas exceções, como a que eu vou falar agora – é pior do que a do meu game boy. alguns meses atrás eu estava procurando um jogo que fosse interessante, prendesse a atenção e tivesse uma boa jogabilidade. Não lembro bem como, mas achei um joguinho chamado Zuma. Ele tem tudo o que eu espero de um jogo portátil: ótima jogabilidade, gráficos simples mas bonitos e deixa você sempre querendo jogar mais. Além disso, o nível de dificuldade aumenta gradativamente (mesmo). Como parâmetro para este review, eu apressentei o jogo para 3 colegas e, ao final de duas semanas, eles viciaram no jogo.


Ribbit!

Nota Nerd: (Excelente)

PS.: Este jogo é uma ótima pedida para aquelas idas “mais longas” ao banheiro.