To sudo or no to sudo
Já fazem mais de 10 anos desde o meu primeiro contato com o linux. Naquele tempo, ou você era o “root” ou não era ninguém. Mas os tempos mudaram e, como era de se esperar, ser root não é mais essas coisas.
Cansei de ver gente reclamando: “Puxa, esse linux é ruim, não posso fazer nada como usuário!”, ou a Ana comigo: “Eu não vou usar essa máquina se eu não puder ser o root!”.
Hoje, eu estava lendo os meus “fidis”, e me deparei com um HOWTO bem interessante de como utilizar o sudo, que vem do acrônimo: “Super User do” (Execute como super-usuário, em tradução livre). Não vou lembrar todos os perigos de se utilizar o super-usuário para as tarefas corriqueiras, mas só queira lembrar que é muito mais fácil quebrar (na primeira e terceira pessoas) um sistema que é utilizado pelo super-usuário do que um sistema que está sendo utilizado como usuários comuns.
Esse post não é para ensinar a utilizar o sudo: para isso você vai ter que se esforçar e ler o artigo – em inglês – acima. Mas só pra lembrá-lo que existem maneiras fáceis e decentes de se executar tarefas administrativas sem ser o root.
E fica uma dica: Você precisa do shell do root para fazer alguma coisa? Por que então não utilizar o “sudo su -” ao invés de se logar como root?